quinta-feira ,21 novembro 2019
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100 ingressos vendidos e uma visão inovadora no MMA nacional

100 ingressos vendidos e uma visão inovadora no MMA nacional

No cenário atual do MMA nacional uma prática é muito comum entre eventos de pequeno, médio e até de grande porte, a polêmica “bolsa-ingresso”, que divide opiniões. Trata-se de colocar a disposição do atleta em vender ingressos para que daí seja custeada seu cachê para lutar. Muitos atletas têm se recusado a participar dessa prática, alegando que o atleta – personagem principal do eventos de MMA, tem que apesar se dedicar aos treinamentos.

Porém, veio de Campinas, interior de São Paulo, uma ideia totalmente inovadora e que partiu da mãe de uma atleta que lutou o Max Fight, um dos principais eventos do cenário paulista de lutas.

Wal de Paula é mãe da atleta Glória de Paula, que aos 23 anos, representa a Chute Boxe – Diego Lima. Ela vendeu todos os ingressos disponíveis para sua filha e conta como teve essa ideia empreendedora:

“Eu sempre acompanho as discussões sobre MMA em redes sociais e da dificuldade em se fazer eventos no Brasil, pela falta de investimento e patrocínio e das inúmeras vezes que os organizadores saem no prejuízo. No meio de tudo isso, tem os atletas que não investem sequer na própria imagem e muito menos na promoção dos eventos. E ainda reclamam da bolsa-ingresso. Minha filha lutou no Max Fight e eu quis testar essa dificuldade em vender os ingressos. Peguei 100 ingressos para vender e vendemos absolutamente todos. 100 ingressos a 35 reais cada, soma-se 3.500 reais. Aí mandei fazer 100 copos personalizados com o nome da atleta e do evento. Paguei 160 reais e dei de presente para cada pessoa que comprou. Vejo diversos atletas de nome que acham um absurdo venderem ingresso. Mas se usar a cabeça dá pra fazer um dinheiro bom”.

Conhecida como “Glorinha”, a atleta possui duas vitórias e uma derrota em seu cartel. No Max Fight 20, que aconteceu no dia 18 de agosto, Glorinha derrotou sua adversária, Beatriz Silva, por nocaute técnico no terceiro round:

“Achei a iniciativa super bacana. O pessoal curtiu a ideia. 100 ingressos é bastante…mas minha mãe acreditou e apostou que seria tranquilo vendê-los. Começamos a postar e compartilhar no Facebook e Instagram uma foto minha com a chamada do evento e da exclusividade em ganhar o copo personalizado na compra do ingresso com a gente. Deu certo e foi sucesso”, comenta a atleta.

Fonte Primeiro Round

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