segunda-feira ,28 setembro 2020
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Marreta vê título mais fácil nos meio-pesados e opina sobre o peso-médio: ‘Muitos queridinhos’

 

Aos 34 anos, Thiago Marreta vive um dos grandes momentos da sua carreira. Com cinco vitórias nas suas últimas seis apresentações, o brasileiro fará pela primeira vez uma luta principal do UFC, na edição de São Paulo, marcada para o dia 22 de setembro, quando enfrenta o casca-grossa Jimi Manuwa em sua estreia na divisão dos pesos-meio-pesados.

A escolhe veio, mais uma vez, de “última hora”. Com a lesão de Glover Teixeira, Marreta foi a opção para substituir o compatriota e salvar o main event no Ginásio do Ibirapuera, mostrando moral com a organização da qual faz parte desde 2013 e soma 15 duelos.

“Já estou há muitos anos no UFC, tive outras oportunidades de fazer a luta principal, não no Brasil, mas acabou que o meu adversário não assinou o contrato. Eu esperava muito por isso, é um sonho, um momento ímpar na minha carreira. Esperei muito tempo para isso, estou muito feliz. Não é onde eu quero chegar ainda, porque quero ser campeão do UFC, mas com certeza é um momento muito especial”, revelou Marreta em conversa com jornalistas durante Media Day realizado pelo Ultimate no fim de agosto, no Rio de Janeiro.

Na mesma conversa, Marreta falou sobre diversos outros assuntos, desde a sua entrada no “mundo das provocações” para conseguir o combate contra Manuwa – quinto lugar no ranking meio-pesado -, até a concorrência com os “queridinhos do UFC” no peso-médio.

“Acho que o peso-meio-pesado é uma divisão mais fácil nesse aspecto (de chegar ao cinturão). O peso-médio é realmente muito concorrido e embolado, não dá para entender direito. A divisão dos meio-pesados é aquilo ali. Tem o Daniel Cormier agora, esperar o Jon Jones se recuperar das mer*** que faz e pegar o cinturão, e é isso, fica nessa. Nos médios, não. Se você pegar o Top 5, qualquer um pode levar”, disse, ainda prosseguindo.

“Nos médios têm muitos queridinhos, eu vejo isso. Os caras que o UFC quer que cheguem lá no topo mais rápido. Em toda categoria tem, mas nos médios têm muito, como o Chris Weidman, esse Israel Adesanya, o Paulo Borrachinha, tem vários que o UFC bota na escada rolante, isso não é novidade para ninguém. Não que os caras não sejam talentosos, eles são, vencem, mas eles também têm um caminho mais curto dentro da categoria”, opinou.

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