quinta-feira ,21 novembro 2019
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Leandro Light estreia com vitória no MMA profissional e exalta head-coach: “Valeu a pena acreditar nele”

Foto Márcio Valle- 1 Round

Os tempos difíceis estão ficando para trás na carreira de Leandro Brito. Conhecido como Leandro “Light”, o atleta que representa o Instituto Bom Kombat, na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba, estreou com o pé direito no MMA profissional no último sábado, dia 24 de março, durante o Frontline Fight Series na capital paranaense.

Leandro Light costumava ser um adolescente problemático e com problemas em casa e quase desistiu da tão sonhada carreira de lutador. O sonho era tão intenso, que Leandro chegou a construir um cinturão de papel na adolescência – o que chamou a atenção dos amigos, do head-coach Alex “Mangueboy” e Edmundo Coleto, que cuida da parte de Muay Thai nos treinamentos, que não deixaram que o pupilo desistisse ou ainda optasse por outros caminhos.

Com uma passagem vitoriosa pelo esporte amador, Leandro Light conquistou três cinturões – esses reais. No co-evento principal do evento promovido por Stefano Sartori, Light derrotou Juliano Prescendo, da Striker´s House, na decisão dividida dos juízes e comemora performance na estreia:

“Essa luta foi muito massa. Lembro quando meu professor falou que a transição do amador para o profissional viria naturalmente e eu posso dizer que foi a melhor coisa que eu fiz na vida, ter entrado no profissional. Meu professor tinha me falado que essa luta serviria para saber se era isso mesmo que eu queria e sem dúvidas, é isso mesmo que eu quero. Me senti eu mesmo na luta, apesar de ter errado bastante, mas foi muito gratificante ter feito essa luta pra mim. Gostei muito da minha performance”.

A ansiedade da estreia quase atrapalhou os planos do lutador. Light reconhece os erros, mas garante que vai consertá-los:

“Tava conversando com o Rodrigo Caiçara (companheiro de treinos), eu estava bastante ansioso pra essa luta, não queria perder na estreia, mas eu me entreguei de verdade. Poderia ter feito muito mais do que eu fiz. Mas isso a gente só percebe depois da luta. Mas prometo que irei melhorar nas próximas lutas. Essa semana eu já retorno para o CT para treinar com toda a força”.

O pupilo de Alex Mangueboy está otimista para 2018:

“Estou há seis anos com o Mangueboy, com o mesmo professor e não me arrependo. Esse será o nosso ano. Quanto valeu a pena acreditar no que meu professor disse em todos esses anos atrás”.

SERVIÇO:

Instituto Bom Kombat
Rua Felicio Czocher, 477, Roça Grande, Colombo-PR

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